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As buchas do transformador respondem por 20–30% das falhas graves
Muitas vezes por hot spots não detectados nos terminais, conexões ou flanges, causados por resistência de contato, descargas parciais ou estresse localizado. O monitoramento tradicional de C1/C2 (capacitância) e tan-delta é essencial, mas falha em captar problemas térmicos iniciais — as mudanças aparecem lentamente e hot spots internos ficam invisíveis para varreduras IR de superfície. Aí entra a tecnologia fluoróptica de fibra óptica — a verdadeira revolução na detecção dire
Power On Tecnologia
4 de mai.1 min de leitura
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