As buchas do transformador respondem por 20–30% das falhas graves
- Power On Tecnologia
- 4 de mai.
- 1 min de leitura
Muitas vezes por hot spots não detectados nos terminais, conexões ou flanges, causados por resistência de contato, descargas parciais ou estresse localizado.
O monitoramento tradicional de C1/C2 (capacitância) e tan-delta é essencial, mas falha em captar problemas térmicos iniciais — as mudanças aparecem lentamente e hot spots internos ficam invisíveis para varreduras IR de superfície.
Aí entra a tecnologia fluoróptica de fibra óptica — a verdadeira revolução na detecção direta e em tempo real de hot spots:
· Baseada no princípio de decaimento de fluorescência (fluoroptic) para medição precisa de temperatura
· 100% imune a EMI, campos de alta tensão e interferências elétricas
· Instalada exatamente nos pontos críticos (terminais, flanges, juntas) onde os hot spots surgem
· Sensoriamento multiponto detecta aquecimento localizado antes que os parâmetros elétricos desviem
· Alerta precoce — anomalias térmicas frequentemente precedem alterações em capacitância, tan-delta ou picos de PD
Combinada com monitoramento de C1/C2, tan-delta e descargas parciais, essa abordagem multiparâmetro oferece a avaliação mais confiável da saúde das buchas — indispensável em subestações de alta carga, renováveis, indústrias e infraestrutura crítica.
Compatível com retrofit e comprovada na prevenção de desligamentos catastróficos.
Você já utiliza monitoramento de hot spots por fibra óptica fluoróptica nas suas buchas? Qual sua experiência com detecção térmica precoce?
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